Parametrização Mestre + Produtos e Estoque
Volume destinado a administradores, implantadores e responsáveis pela governança do ERP. Ele complementa o Manual de Uso e separa decisões administrativas da rotina do operador.
1. O papel do parametrizador no OIKVRA
Parametrizar não é “preencher todas as opções”. É transformar a política real da organização em configurações explícitas, testáveis, versionáveis e compreensíveis para quem opera. O parametrizador deve reduzir complexidade para o usuário final sem esconder controles necessários.
Este manual pressupõe que a administração respeita quatro princípios: menor privilégio, segregação de funções, mudança controlada e rastreabilidade. Um parâmetro que altera disponibilidade, preço, fiscal, estoque ou autorização deve possuir dono, motivo e, quando aplicável, vigência.
help_key e campos relevantes devem possuir chaves próprias quando houver orientação específica. As chaves não devem ser renomeadas por simples mudança visual; elas funcionam como contrato entre interface, documentação, treinamento e auditoria.Responsabilidades típicas
- Definir estrutura de empresa/estabelecimento e escopos.
- Configurar papéis e capacidades.
- Governar unidades, tipos de item, variantes e regras de catálogo.
- Definir depósitos, endereços, condições de estoque e políticas de reserva.
- Estabelecer tolerâncias, alçadas, motivos e fluxos de exceção.
- Homologar mudanças antes de liberar em produção.
2. Ambientes, versionamento e ciclo de mudança
Uma mudança de parâmetro deve ser tratada como mudança de produto operacional. O ciclo recomendado é propor → simular/testar → revisar → aprovar → vigorar → observar → corrigir/aposentar.
Parâmetros fiscais, financeiros e de autorização não devem receber valores fictícios apenas para permitir que o fluxo avance.
3. Estrutura organizacional e contexto operacional
Antes de Produtos e Estoque, defina a fronteira organizacional. Tenant isola a organização; empresa e estabelecimento modelam o contexto de operação. Depósitos e demais escopos dependem dessa estrutura.
Decisões mínimas
| Decisão | Pergunta | Risco se mal definida |
|---|---|---|
| Empresas | Quais entidades operam no tenant? | Dados e políticas aplicados ao contexto errado. |
| Estabelecimentos | Quais unidades precisam de identidade operacional/fiscal própria? | Documentos e estoque associados à unidade errada. |
| Vigências | Quando uma configuração passa a valer? | Reescrita indevida do passado. |
| Escopos | Quem atua em qual unidade/depósito? | Excesso de acesso ou bloqueio operacional. |
4. Papéis, capacidades, alçadas e segregação de funções
A autorização combina papel com atributos. Um papel genérico “estoque” não é suficiente para todas as empresas: o usuário pode ler um depósito, transferir entre dois, contar em um terceiro e não aprovar ajustes em nenhum.
Capacidades de referência em Produtos
cat.item.read— consultar catálogo.cat.item.write— criar/editar itens no escopo.cat.cost.read— visualizar custo.cat.price.publish— publicar preço.cat.taxclass.approve— aprovar classificação fiscal.cat.barcode.resolve— resolver duplicidade de barras/aliases.cat.export— exportar catálogo conforme escopo.
Capacidades de referência em Estoque
est.balance.read,est.receipt.record,est.transfer.execute,est.adjust.approve,est.lot.release,est.reserve.override,est.count.record.
5. Catálogo mestre, tipos de item e campos mínimos
Defina quais tipos de item a empresa usará e quais campos se tornam obrigatórios por finalidade. O cadastro inicial deve ser mínimo; campos adicionais aparecem quando necessários para comprar, vender, armazenar ou emitir documento.
| Tipo | Parâmetros a decidir | Observação |
|---|---|---|
| Produto controlado | Unidade base, controle de estoque, rastreabilidade, política de disponibilidade. | Gera movimento físico. |
| Produto não controlado | Identidade comercial e regras aplicáveis. | Não deve criar saldo só por existir no catálogo. |
| Serviço | Unidade de cobrança, classificação aplicável, vínculo com agenda/OS se usado. | Não gera baixa física por si. |
| Kit comercial | Componentes, quantidades, versão, comportamento de reserva. | Não confundir com BOM industrial. |
| Assinatura | Oferta e vínculo com contrato/recorrência. | A recorrência pertence ao domínio apropriado. |
Política de estado
Adote o ciclo rascunho → revisão → ativo → descontinuado. Defina quais mínimos impedem a ativação e quais áreas revisam comercial/fiscal.
6. Política de SKU, aliases e códigos de barras
Escolha uma política de SKU estável. Evite derivar significado demais do código, pois categorias e fornecedores mudam. O SKU identifica; atributos explicam.
Regras recomendadas
- SKU não reutilizável após descontinuação.
- Códigos de fornecedor e marketplace como aliases com escopo.
- Conflito de código de barras cria fila de gestão de dados, não sobrescrita automática.
- Importações usam chave externa idempotente.
- Busca pode indexar aliases, mas nunca revelar custo a perfil sem permissão.
7. Unidades, conversões, precisão e arredondamento
Mantenha um catálogo de unidades e defina conversões por item quando necessário. Cada fator relevante deve possuir vigência/versionamento suficiente para explicar documentos passados.
Parâmetros
- Unidade base.
- Unidades de compra e venda permitidas.
- Fator de conversão e precisão.
- Regra de arredondamento.
- Conversões proibidas sem fator específico, como massa ↔ volume.
8. Atributos, variantes e grades
Defina dicionários de atributos por família de produto. Atributos estruturados permitem variante, busca, integração e estoque por combinação. Evite criar campos livres diferentes para o mesmo conceito.
Exemplo de política
| Família | Atributos | Gera variante? |
|---|---|---|
| Vestuário | Cor, tamanho | Sim |
| Eletrônico | Voltagem, acabamento | Conforme catálogo |
| Peça técnica | Modelo, aplicação | Depende da identidade física |
Cada variante que representa saldo distinto deve possuir identificação própria suficiente, sem duplicar o item pai inteiro.
9. Política de preços, canais, prioridade, vigência e margem
Modele tabelas de preço por canal/segmento/moeda somente quando existe regra de negócio que justifique a distinção. Defina prioridade para conflitos e não permita duas regras igualmente prioritárias e vigentes para o mesmo contexto sem critério de desempate.
Checklist de uma tabela
- Moeda.
- Canal/segmento.
- Início e fim de vigência.
- Prioridade.
- Política de desconto e alçada.
- Margem mínima/alerta quando aplicável.
- Quem pode publicar.
Proteja custo em todas as superfícies: interface, API, busca, exportação e relatório. Segurança não termina no front-end.
10. Classificação fiscal, vigência e fila de revisão
Configure a responsabilidade fiscal e o que acontece quando a classificação está pendente ou vencida. O catálogo deve permitir histórico/versionamento da classificação e fundamento suficiente.
Regras de governança
- Somente perfis fiscais aprovam campos definidos como sensíveis.
- Sugestões automáticas nunca substituem a aprovação quando ela é obrigatória.
- Dados vindos de fornecedor ou integração registram origem.
- Classificação vencida não deve ser usada silenciosamente em operação que exige validade.
11. Kits, substitutos e descontinuação
Defina como kits reservam componentes e como novas versões são publicadas. Ciclos de composição devem ser impedidos. Substituto é uma relação explícita; não deve alterar documentos existentes nem trocar item automaticamente sem política clara.
Para descontinuação, decida o tratamento de pedidos abertos, ofertas em canais, saldo remanescente e substitutos. Preserve consulta histórica.
12. Importação, chave externa e política de conflito
Antes de liberar cargas em massa, defina a chave externa por origem e o comportamento para quatro classes: novo, já existente, conflito e rejeitado.
| Classe | Comportamento |
|---|---|
| Novo | Criar em estado adequado, possivelmente rascunho/revisão. |
| Existente | Atualizar apenas campos autorizados e com regra de precedência. |
| Conflito | Bloquear alteração sensível e exigir revisão. |
| Rejeitado | Não perder a linha; retornar motivo e dados suficientes para reparo. |
Teste repetição da mesma carga. O resultado não pode criar duplicidade.
13. Desenho de depósitos e endereços
Modele depósitos conforme fronteiras operacionais reais: recebimento, armazenagem, picking, devolução, quarentena, terceiro etc. Nem toda diferença física precisa virar depósito separado; às vezes condição ou endereço resolve melhor.
Perguntas de desenho
- A transferência entre áreas precisa de estado “em trânsito” ou é movimentação interna?
- Quais endereços possuem capacidade/restrição?
- Quais itens podem ocupar cada zona?
- Há necessidade de leitura obrigatória?
- Quais perfis podem atuar em cada depósito?
Evite um depósito “GERAL” usado para tudo quando a operação precisa distinguir responsabilidade e condição.
14. Fórmula de disponibilidade e política de reserva
Disponibilidade deve derivar de movimentos, reservas e condições elegíveis. Defina a fórmula concreta de forma a não subtrair a mesma reserva duas vezes. A política também deve dizer se existe venda sem estoque e quem pode usar override.
Teste crítico de concorrência
Com uma unidade elegível, dispare duas solicitações simultâneas de reserva. O resultado esperado é uma reserva válida e um conflito informado, salvo política explícita diferente.
est.reserve.override deve exigir motivo e escopo. Não transforme o override em caminho normal.15. Lote, série, validade e regras de elegibilidade
Classifique quais famílias exigem lote, série e/ou validade. Defina unicidade de série, captura obrigatória no recebimento e expedição, e comportamento para vencidos.
Regras mínimas
- Série ativa não duplicada por item quando a rastreabilidade exigir.
- Lote/série preservados em cada movimento.
- Validade vencida torna o saldo inelegível.
- Bloqueio ou recall impede saída por todas as rotas.
16. Quarentena e integração com qualidade
Defina quais origens ou categorias entram em quarentena automaticamente, quem pode liberar e quais evidências são necessárias. O saldo em quarentena deve ficar excluído da disponibilidade.
Se qualidade não estiver habilitada como módulo completo, ainda assim a condição operacional precisa ser explícita e auditável; não use endereço físico como único substituto para o estado.
17. FIFO, FEFO e estratégia de separação
Escolha a política de seleção física por família quando necessário. FEFO prioriza validade; FIFO prioriza ordem de entrada. Regras de picking podem ainda considerar endereço, unidade logística e eficiência.
Documente exceções e não misture estratégia física com método contábil de custeio. Teste lotes com datas diferentes e um lote bloqueado para garantir que o motor nunca escolha o saldo inelegível.
18. Transferência, trânsito e divergência
Configure transferências com estados distintos para saída e entrada. A quantidade em trânsito deve permanecer rastreável. Defina quem pode expedir, receber e tratar divergência.
Cenários de homologação
- Transferir 5 unidades: origem reduz, trânsito recebe 5, destino aumenta somente após conferência.
- Destino recebe 4: uma unidade permanece divergente/em investigação conforme política.
- Solicitação repetida: não duplica a transferência.
19. Inventário cíclico, contagem cega, tolerância e recontagem
Defina periodicidade e critérios de seleção do inventário cíclico: valor, risco, giro, histórico de divergência ou combinação. A contagem cega deve ocultar o saldo esperado do contador.
Parâmetros
- Tolerância absoluta e/ou percentual por classe.
- Quando exigir recontagem.
- Quando exigir outro responsável.
- Quem aprova o ajuste.
- Motivos padronizados de diferença.
Evite tolerâncias tão largas que transformem inventário em mero ritual. Use relatórios de acurácia para revisar a política.
20. Ajustes, motivos e alçadas
Crie motivos de ajuste que descrevam a causa, não o efeito. “Diferença de estoque” é pouco informativo; avaria, perda confirmada, erro de recebimento identificado, contagem confirmada e outras categorias permitem análise posterior.
Defina alçada por quantidade, valor e/ou categoria. O perfil que registra a contagem não deve automaticamente aprovar todo ajuste sensível. Preserve o movimento anterior e crie compensação auditável.
21. Propriedade, consignação e estoque de terceiros
Habilite dimensões de propriedade quando a operação precisar separar posse de ativo econômico. Defina valores permitidos, contratos/origens e como relatórios contábeis consomem essa dimensão.
Teste um item de terceiro fisicamente presente: ele deve aparecer para operação física sem compor indevidamente estoque próprio no processo contábil.
22. Onda de separação, conferência e reposição de picking
Defina quando pedidos entram em ondas, critérios de agrupamento e áreas de picking. Reposição pode ser acionada por demanda e mínimos, mas deve respeitar bloqueios e capacidade.
Homologação mínima
- Leitura de SKU errado impede fechamento.
- Quantidade separada não ultrapassa reserva elegível.
- Lote bloqueado não entra na tarefa.
- Reposição não cria movimento duplicado em reprocessamento.
23. Automações: gatilho, condição, ação, guardrails e exceção
Cada automação deve declarar gatilho, pré-condições, escopo, ação, versão e comportamento de falha. Antes de ativar, execute simulação ou teste em cenário representativo.
| Componente | Pergunta |
|---|---|
| Gatilho | Qual evento ou agenda inicia? |
| Condição | Quando a regra é elegível? |
| Ação | O que será alterado? |
| Permissão | Qual capacidade autoriza a ação? |
| Idempotência | Como uma repetição evita efeito duplicado? |
| Compensação | Como reparar execução parcial? |
| Exceção | Quem recebe, com qual SLA e evidência? |
Exemplos: alertar preço abaixo de margem; sincronizar catálogo aprovado; sugerir endereçamento; repor picking; priorizar contagem cíclica. A automação nunca deve elevar permissões.
24. Auditoria, dados sensíveis e exportações
Defina quem consulta trilhas e com qual finalidade. Eventos confirmados devem ser preservados mesmo após estorno. Para Produtos e Estoque, audite publicação de preço, classificação fiscal, mudança de unidade/kit, acesso a custo, leituras/divergências, contagens, ajustes e bloqueios de lote.
Exportação é uma capacidade própria. Um usuário capaz de ler um registro na interface não precisa ter permissão para exportar todo o conjunto. Custo e outros dados sensíveis requerem proteção em todas as superfícies.
25. Indicadores que ajudam a validar a parametrização
| Indicador | Sinal de problema de parametrização |
|---|---|
| Itens ativos incompletos | Mínimos mal definidos ou fluxo de ativação permissivo. |
| Preço divergente por canal | Prioridade/vigência de tabelas conflitante ou sincronização falha. |
| Busca sem resultado | Aliases/descrições inadequados ou catálogo fragmentado. |
| Ruptura | Política de reserva/reposição insuficiente ou dados de demanda inadequados. |
| Acurácia de inventário | Processos de recebimento/movimentação/contagem frágeis. |
| Perdas por motivo | Problema operacional ou classificação de causas inadequada. |
| Fila de exceções | Automação excessivamente rígida ou dados mestres incompletos. |
26. Plano de homologação de Produtos e Estoque
Não libere parametrização apenas porque a tela “salvou”. Homologue efeitos de negócio.
Produtos
- Busca parcial, acentuada e por barras.
- Vendedor não vê custo.
- Caixa de 12 converte corretamente.
- Duas datas/canais aplicam preços distintos e explicáveis.
- Variante possui saldo/código próprio.
- Kit reserva e estorna componentes corretamente.
- Classificação vencida gera revisão.
- Descontinuado preserva histórico.
- Importação repetida não duplica.
Estoque
- Repetição de recebimento não duplica saldo.
- Última unidade suporta apenas uma reserva válida.
- Transferência usa trânsito e conferência.
- Série duplicada é impedida.
- Quarentena não é reservável.
- Contagem cega oculta esperado.
- Consignado não vira próprio.
- SKU errado bloqueia separação.
- Ajuste exige motivo/alçada.
- Valor de estoque reconcilia conforme método.
27. Checklist de go-live para parametrização
- Estrutura de tenant, empresa e estabelecimento revisada.
- Papéis e escopos validados com usuários de teste.
- Menor privilégio confirmado para custo, preço, fiscal e ajustes.
- Tipos de item e unidades aprovados.
- SKUs/aliases sem conflitos conhecidos.
- Preços com vigências e prioridades consistentes.
- Fluxo fiscal de classificação definido.
- Depósitos, endereços e condições validados.
- Reserva concorrente testada.
- Lote/série/validade testados quando aplicáveis.
- Quarentena e liberação testadas.
- Transferência com trânsito testada.
- Inventário cego, tolerância e recontagem testados.
- Motivos e alçadas de ajuste aprovados.
- Automações testadas com repetição e falha.
- Trilhas de auditoria consultáveis.
- Plano de suporte e responsáveis definidos.
- Usuários receberam treinamento correspondente ao papel.
28. Controle posterior: revisão de acesso e parâmetros
Go-live não encerra a parametrização. Estabeleça revisões periódicas de acesso, regras de preço, unidades, estoque, automações e indicadores. Credenciais e integrações precisam de rotação/revogação conforme política.
Mudanças relevantes devem gerar nova versão, teste e comunicação. Evite “ajustes emergenciais” permanentes sem documentação; a exceção temporária precisa de dono e data para revisão.
29. Como este manual pode virar formação oficial
A arquitetura editorial já separa conhecimento por papel e por competência. Isso permite transformar capítulos em trilhas de aprendizagem sem duplicar conteúdo.
| Trilha futura | Público | Competências |
|---|---|---|
| OIKVRA User Essentials | Todos os usuários | Acesso, contexto, estados, busca, tarefas, exceções e segurança básica. |
| OIKVRA Catalog Operator | Cadastro/comercial | Produtos, SKUs, unidades, variantes, preços e revisão. |
| OIKVRA Inventory Operator | Estoque/logística | Recebimento, rastreabilidade, reservas, picking, transferências e inventário. |
| OIKVRA Parametrizer Foundation | Administradores/implantadores | Organização, identidade, autorização, versionamento e governança. |
| OIKVRA Parametrizer Products & Stock | Parametrizadores | Políticas de catálogo, depósito, reserva, qualidade, inventário e automação. |
| Security & Governance | Usuários e administradores | Conteúdos futuros integráveis ao AF Academy: segurança da informação, identidade, phishing, privacidade e boas práticas. |
Certificação futura
Uma certificação pode combinar estudo do manual, exercícios em ambiente de treinamento, avaliação teórica e prova prática baseada em cenários. A certificação não deve existir apenas como “presença em curso”: precisa medir competência observável e possuir versão alinhada à edição do produto.
30. Rastreabilidade documental do Manual de Parametrização
As políticas descritas neste volume foram derivadas principalmente dos domínios CAT, EST, CAD, PLT, AUT e UX do blueprint funcional OIKVRA. Os códigos CX ao final de cada capítulo são o elo de manutenção editorial.
Quando um requisito canônico mudar, a revisão do manual deve localizar todos os capítulos associados, avaliar impacto, atualizar exemplos/testes e incrementar a edição. Isso cria uma disciplina editorial compatível com futura publicação impressa: uma edição do livro corresponde a uma baseline funcional identificável.